“Os olhos também comem” e sobretudo os das crianças, não fossem elas o púbico mais difícil de agradar.

Uma boa apresentação dos alimentos faz toda a diferença, mas não sejamos muito aventureiros porque quanto mais simples melhor. Além de difíceis as crianças são muito atentas e criticas ao que os adultos andam a preparar. Se exageramos na apresentação de uma determinada refeição acham logo que deve ter algum ingrediente novo e têm receio de experimentar. Sempre que possível deixe-os pôr “a mão na massa”, incentive a participarem na preparação das refeições, compras e confeção e a experimentarem os novos alimentos.

Outra regra de ouro é darmos o exemplo, uma vez que a saúde dos filhos começa à mesa dos pais. É importante jantar em família, sem televisão ou outros dispositivos móveis à mesa.

Ter em casa alimentos saudáveis “à mão” das crianças, em vez dos tradicionais pacotes de bolachas, cereais açucarados e refrigerantes, como fruta, cenouras cortadas em palitos, frutos secos em taças, chá frio no frigorífico e fruta desidratada, como alperces ou ameixas, são uma excelente forma de saciar a fome de doces.

Fazer um bolo ou bolachas sem adição de açúcar refinado, de vez em quando, é uma boa forma de variar e surpreendê-los pela positiva.

Comer bem, não é comer muito, mas ter uma alimentação equilibrada, nutritiva e variada, tendo em conta os seguintes pressupostos:

– consumir três a cinco porções de fruta por dia de forma variada;

– começar a refeição com sopa de legumes;

– os legumes e verduras devem estar no prato todos os dias;

– beber um mínimo de três a quatro copos de água por dia, a partir de um ano de idade;

– optar pelo consumo de alimentos pobres em gordura, como carne magra, e limitar o consumo de alimentos ricos em açúcares para os dias especiais ou de festa;

– o consumo de sal diário não deve ultrapassar as cinco gramas e devemos ter muita atenção à quantidade colocada na sopa e restantes refeições.

Por fim, a introdução de novos alimentos deve ser feita de forma gradual e coerente, para que a aceitação seja tranquila e consistente.

It’s Up to You!

Raquel

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