Foi em janeiro, mais ou menos por esta altura, que voltei aos treinos. Antes de me aventurar a ser seguida pelo Pedro Correia no Private Fitness, meu PT, que foi também treinador no Peso Pesado, eu já não frequentava ginásios nem treinava há 1 ano.

O Pedro é das pessoas mais exigentes que conheço. Ele puxa por cada aluno até ao limite, sem deixar quebrar. Treinar com ele é sempre um desafio, porque ele vai adaptando os treinos ao nosso estado físico e até emocional, e está constantemente a tirar-me da minha zona de conforto. Se está difícil, se está a custar… então é para continuar!

Provavelmente no momento desta foto devia estar a dizer “como já a minha avózinha dizia, cada um com os seus problemas!”. ;)) O Pedro é assim, não nos deixa desistir, não nos deixa achar que está demasiado difícil para continuar, e isso pode ser muito duro ao início, mas é muito gratificante quando conseguimos ultrapassar aquele que achávamos ser o nosso limite. Segundo o Pedro, o importante para mim não era, e não é, perder peso, mas sim tonificar!

Melhor descrição: eu a limpar o chão do Private Fitnes (LOL). O Pedro faz-nos essas coisas 😉 Este exercício que estou a fazer é óptimo para os glúteos e core (abdominal e lombar).

Nestes meses mudei por completo a minha relação com os treinos funcionais. Para quem nunca ouviu falar, este é um tipo de treino específico que se baseia em exercícios para fortalecimento do core, fundamental na estabilização da nossa postura.

Eu era adepta de máquinas e corrida. Gostava de ficar várias horas na passadeira e de treinar nas máquinas todas, ficava ali tempos e tempos… Neste momento essa parte representa apenas 5 por cento do meu treino. Foi um desafio logo à partida porque não estava mesmo habituada.

O Pedro, meu PT, não é grande fã de corrida nem de máquinas.

Em termos de alimentação, tenho alguns cuidados com as gorduras e os açúcares, mas ainda não comecei a ser seguida pela nutricionista do ginásio. Em breve partilho novidades.

Os exercícios que menos gostava de fazer são burpees e abdominais… e hoje em dia continuo a não adorar … looool  e até posso pensar que me saiu a fava mas faço com todo o empenho! Aprendi a gostar do flamingo, também conhecido como cadeira contra a parede, que consiste em encostarmo-nos à parede com os joelhos fletidos a 90 graus, e ficar ali até nos mandarem parar. Há quem lhe chame também, imaginem, cadeira invisível ou do inferno, porque as dores são diabólicas. Ainda assim, como vos disse, é mesmo um dos meus favoritos! Tenho um vídeo em que estava quase a chorar … depois de um treino de uma hora aguentar quase 2 minutos é duro! No pain no gain!

Três meses depois sinto-me muito mais resistente. O meu equilíbrio também melhorou imenso, sinto o meu corpo mais definido, e mentalmente estou também muito mais forte.

Os treinos não servem apenas para a parte física, mas também para nos ajudar no nosso psicológico. Aprendemos a ser mais resistentes, persistentes, a não desistir… e é óptimo quando conseguimos passar estes valores para o nosso dia a dia. E hoje sou assim: uma guerreira!

Às vezes pode ser difícil… pode até mesmo parecer impossível mas só é impossível até que nós sejamos capazes de nos desafiarmos a tentar! Tenho-me sentido cada vez mais forte a todos os níveis, e sei que estes treinos têm contribuído muito ativamente para isso.

Não sei se vocês, desse lado, costumam ou não treinar… mas garanto-vos que se não é hábito, devia ser! Faz toda a diferença na nossa qualidade de vida, porque nos fortalece não só o corpo mas também a mente. Nunca é tarde para começar, por isso, saltem do sofá e desafiem-se! 🙂

Tamonaluta.

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