“Posso ser eu mesma?”

 

Para quem gosta de música, para quem gostava e continua a gostar de ouvir Whitney Houston, para quem quer perceber o que foi a vida desta mulher … imperdível!

Adoro documentários. Adoro música. Sou curiosa e gosto de saber detalhes. Este documentário do Netflix  – Can I Be Me dá-nos a conhecer uma mulher cheia de medo. Medo de falhar, de decepcionar Deus, a mãe … acho mesmo depois de ver este filme que ela nunca foi livre. Nunca acreditou em si e em como era especial.

Logo no início alguém diz “toda a gente fala que a Whitney morreu de droga. Ela morreu do coração!” Acho que isto diz tudo. Uma mulher triste.

A relação conturbada com Bobby Brown que toda a gente via que não lhe fazia bem e que ninguém faz nada … aliás, o guarda costa fez um relatório onde dizia o que acontecia nas tournées: bebidas, drogas … e que ela estava em baixo de forma. Algo tinha de ser feito. E foi. Despediram o guarda costas. Ignoraram. Ainda a relação coma sua amiga/assistente de longa data Robyn, o fato desta não suportar Bobby Brown e terem existido várias discussões … mais uma vez o “mau” ganhou: Robyn afastou-se, demitiu-se e dizem que se ela tivesse continuado por perto da Whitney, ela ainda estaria viva. A relação que tinha com o pai (ela que sempre foi muito mais ligada ao pai) e que terminou mal …tudo isto fez com que se refugiasse no álcool e nas drogas.

 

 

 

 

http:/https://www.youtube.com/watch?v=1G2fY0xci_c&t=3s

 

 

Este ano saiu outro documentário “Whitney”. O realizado Kevin McDonald disse: “Já fiz muitos documentários, e este foi de longe o mais difícil em termos de conseguir que as pessoas fossem frontais e honestas.”Ter tido acesso à sua música, à sua família e a tanto material de arquivo completamente inédito foi um bónus incrível.”

Depois de tudo o que li e tendo em conta que já o outro, estou muito curiosa em relação a este.

Whitney Houston morreu na banheira de um quarto de hotel em 2012 na véspera da cerimónia dos Grammys. Tinha 48 anos.

 

 

 

 

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