No que toca ao cabelo nunca tive medo de arriscar.

Quem me segue há mais tempo sabe que eu adoro mudar, acho que é um maravilha conseguirmos ser outras só com um corte.

Sou assim desde sempre. Em miúda sempre tive um cabelão que a minha mãe nunca queria cortar. Eu também não. Cheguei a ter pela cintura. Era uma tortura secar aquele cabelo…  e ainda por cima fazia natação e o trabalho que era colocar a toca de silicone??

Quando fui para a faculdade cortei. Quando saí da faculdade e comecei a trabalhar decidi que queria cortar mais: fiz um corte à Meg Ryan. Usei esse corte durante anos. E sempre loira.

Em 2012 fui mãe. Na altura tinha um cabelão gigante. Dizem que nós mulheres e depois de termos sido mês queremos sempre fazer um corte gigante. Assim foi. Decidi fazer um corte radical, bem curtinho ao estilo Victoria Beckam há uns anos. E não foi mais porque a minha querida Ana disse para ir com calma. Ainda bem! 🙂

Anos e anos para o deixar crescer.

Há 2 anos decidi fazer mais uma grande mudança: uma mini “bang” (franja). Adorei na altura. Arrependi-me um mês depois. Não fiquei por aqui: decidi descolorar o cabelo. Meses mais tarde e para lançar este blog pintei o cabelo de rosa. Adorei. 🙂

A verdade é que estas mudanças constantes que são muito duras para o cabelo, não dão saúde e mais tarde fui obrigada a cortar o cabelo outra vez. Se há coisa que demora a crescer é o cabelo: dizem que cresce 1,2 cm por mês. Escureci e aguentei.

No verão do ano passado coloquei extensões e assim foi até Janeiro deste ano. No mês passado tirei as extensões, cortei e voltei a aclarar.

Os cabelos curtos estão na moda: Long bob, short bob, tapered hair, pixie … chamem-lhe o que quiserem. E eu adoro.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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